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LGPD na igreja: o que muda na prática

· 1 min de leitura · Equipe Agappo

Este texto é informativo e não substitui orientação jurídica. Para decisões que envolvam risco legal, consulte um advogado.

Igreja trata dado pessoal o tempo todo. O que a lei espera, em linguagem de quem administra a secretaria.

Uma igreja guarda nome, telefone, endereço, data de nascimento, composição familiar e, muitas vezes, informações sobre saúde e vida pessoal compartilhadas em aconselhamento. Tudo isso é dado pessoal, e parte é dado sensível.

O que a lei espera, em termos práticos

Onde as igrejas costumam escorregar

O problema quase nunca é má-fé; é conveniência acumulada. A planilha de membros compartilhada por link aberto, o grupo de WhatsApp com a lista de telefones de todo mundo, a pasta no drive pessoal de um ex-secretário que saiu há três anos e continua com acesso.

Nenhuma dessas situações foi decidida — todas foram acontecendo. E é exatamente isso que a lei pede que se organize.

Três providências que valem mais que um documento

  1. Faça um inventário simples: que dados a igreja guarda, onde, e quem tem acesso.
  2. Revise os acessos. Quem saiu da função precisa sair do acesso no mesmo dia.
  3. Prefira ferramentas em que dá para limitar o que cada pessoa vê, em vez de arquivos que são tudo ou nada.

Política de privacidade escrita é importante, mas vem depois: um documento que descreve um cuidado que não existe na prática não protege ninguém.

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