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Site da igreja: o que não pode faltar (e o que é perda de tempo)

· 2 min de leitura · Equipe Agappo

Quem procura uma igreja na internet quer responder três perguntas. A maioria dos sites não responde nenhuma.

Alguém que acabou de se mudar de cidade abre o site de uma igreja com três perguntas na cabeça: que horas é o culto, onde fica, e o que vou encontrar quando chegar. Um site que não responde isso nos primeiros segundos perde a visita.

O que precisa estar visível sem rolar a página

Se o visitante precisa clicar em "Sobre" para descobrir que horas é o culto, o site está organizado para quem já frequenta — não para quem está chegando.

O que costuma ser perda de tempo

Histórico institucional longo na primeira página, galeria com centenas de fotos de eventos antigos e textos doutrinários extensos raramente ajudam quem está decidindo visitar. Não é que não tenham valor — é que não são a primeira pergunta. Deixe em páginas próprias, para quem já se interessou.

Ser encontrado

Boa parte das visitas começa numa busca por "igreja evangélica em [bairro]". Para aparecer, o site precisa deixar explícito o nome da cidade e do bairro no texto, ter endereço em formato que o Google entenda e carregar rápido no celular — que é onde quase todo mundo faz essa busca.

Um detalhe que passa despercebido: quando alguém compartilha o link da igreja no WhatsApp, deve aparecer um cartão com nome, descrição e imagem. Sem isso, o link vira uma URL crua, e a chance de alguém abrir cai bastante.

Domínio próprio

Endereço próprio (igrejaX.com.br) passa mais confiança do que um subdomínio genérico e é o que as pessoas conseguem lembrar e digitar. É barato e vale a pena desde o começo.

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